bitcoin · escola austríaca

Prefiro
morrer
baleia.

Prefiro morrer "baleia". Não se trata de sacrificar cetáceos ou fazer apologia à obesidade, mas sim de ter uma visão clara sobre o valor e a volatilidade do Bitcoin. Se o preço despencar, eu continuo comprando.

Baleia laranja nadando sobre um tesouro afundado de moedas, ouro e computadores
o manifesto

Bitcoin é o dinheiro.
O preço é só ruído.

Esse blog começa numa observação simples: tudo fica mais caro todo ano. Não é azar nem ciclo econômico. O dinheiro que usamos foi feito para perder valor com o tempo — é assim que ele financia o Estado que o emite.

A partir daí, parei de tratar Bitcoin como investimento. Bitcoin não rende em real ou dólar. Bitcoin é outra forma de dinheiro: uma forma que ninguém imprime, dilui ou confisca por decreto. Vender Bitcoin para receber moeda estatal não é "realizar lucro". É devolver algo escasso em troca de algo que pode ser fabricado sem limite.

Daí "morrer baleia". Se o preço cair pela metade, compro mais. Se a imprensa anunciar a morte do Bitcoin de novo, sigo segurando. Se o sistema fiat colapsar, estarei do lado certo da conta. Em nenhuma dessas hipóteses voltar para o dinheiro do Estado é a resposta certa.

O que você lê aqui são textos longos, ancorados na Escola Austríaca, sobre dinheiro, propriedade e soberania individual. Não há promessa de retorno, projeção de preço nem dica de carteira. Só o trabalho de pensar com clareza sobre o que é valor.

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